Bem-vindos a uma meditação serena e médite.
Obrigada por estarem aqui hoje.
Por fazerem esta pausa na correria do dia-a-dia e se juntarem a mim para uma breve meditação.
Convido-vos a adotar uma posição confortável sentados ou deitados.
Manter uma postura direita,
Aberta.
Mas sem forçar.
Lembramo-nos de que a prática é para nos servir.
Para cultivar um momento de bem-estar.
E dessa forma,
Podem agora semi-cerrar os olhos,
Gentilmente,
Até fechar por completo,
Se sentirem confortáveis.
E embarcamos assim numa prática de carinho e de bondade para connosco.
Podemos orientar a nossa atenção para o nosso corpo.
E nossa posição.
Como é que nos encontramos neste momento?
Percorremos desde o topo da nossa cabeça,
Passando pelo rosto.
Pelo pescoço.
Os ombros.
O nosso peito.
Asteres.
Abdômen Aoscultamos como nos sentimos.
Que sensações físicas despertam a nossa atenção.
E simplesmente repousamos nessas notas.
Não tentamos mudar nada.
Não há nada para corrigir.
E avançamos mais um pouco.
Notando a nossa zona lombar.
As nossas ancas.
As nossas coxas.
Passando pelos joelhos.
Por nos elogios.
Até à ponta dos dedos dos pés.
Aproveitamos e fazemos uma respiração mais profunda.
Inspiramos para o nariz.
E soltamos tudo na expiração pela boca.
Tudo o que talvez nos tivesse a pesar.
A bagagem que trazíamos do dia.
Um pequeno momento de irritação.
Uma preocupação,
Talvez?
Largamos tudo.
Sentimos.
Os pontos de contato entre o nosso corpo e o chão.
Acabaira.
Entregámos tudo o que trazíamos à força da gravidade.
Apercebemos-nos,
Em uma forma bem simples,
De como é fácil habitar o nosso corpo É fácil regressar a este nosso porto de abrigo.
E criarmos este espaço de segurança para nós.
Basta acordar o caminho do corpo.
De acordar que merecemos estas pausas.
E este espaço.
Um espaço só nosso.
Do qual podemos cuidar.
O qual podemos nutrir.
De forma intencional.
Princesa.
E com o máximo respeito para connosco.
Fazemos mais uma respiração profunda.
Sentimos-nos mais leves.
E colocámos a questão como seria se fizéssemos este cuidado algumas vezes durante o dia.
Como seria se nos respeitássemos mais um pouco?
Se cuidássemos das nossas fronteiras.
E nos perguntássemos.
O que é que eu quero hoje?
O que é que me faria bem a mim hoje?
O que é que me ajuda neste preciso momento?
E pensar só nisso.
Como seria se nos guiássemos?
Do momento a momento.
Numa preocupação de cada vez.
Com uma intenção de cada vez.
Sem sobrepormos atividades,
Tarefas.
Sem nos assoberbarmos.
Convido-vos a deixar a pergunta ecoar em vocês.
E em ver o que surge.
Se há alguma palavra.
Boa sorte!
Emoção.
Uma pessoa,
Um animal.
Ou nada,
Simplesmente silêncio.
Tudo é inválido.
Como seria?
Se hoje eu me perguntasse.
O que é que eu quero?
Deixamos a resposta.
Fazemos mais uma respiração profunda.
Com gentileza agradecemos-nos estes momentos.
E podemos,
Talvez,
No final,
Apontar o que nos surgiu.
Refletir um pouco.
E quem sabe dar um passo na direção daquilo que realmente queremos.
Lentamente podemos começar a despertar o corpo.
Movendo os dedos dos pés.
As mãos.
Voltando ao nosso espaço.
E regressar ao nosso dia.
Obrigada por estarem aqui hoje.
Boas práticas!