Da quiena.
Prática de yoga nidra.
Foi criada para os dias em que nos começamos.
Aproximar da lua cheia.
Esta é uma fase em que muitas pessoas.
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Sentimento mais ativo.
Emoções mais intensas.
Dificuldade em desligar.
Ou simplesmente uma sensação de excesso de energia no corpo.
A lua cheia.
Trás luz.
Mas por vezes.
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Também traz agitação.
E por isso.
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Esta prática foi criada como um convite para abrandar.
Um espaço para libertar tensão,
Suavizar o sistema nervoso.
E para nos entregarmos ao descanso.
Ao longo desta sessão.
Vamos trabalhar com sensações de calma,
Leveza.
E enraizamento.
Não precisas fazer nada de especial.
Apenas dar-te permissão.
Para descansar.
Espero que esta prática te ajude.
A sentir-te.
Com mais tranquilidade.
A segurança no corpo.
E mais disponibilidade para um sono profundo.
E restaurador.
Vamos começar?
Começa por encontrar uma posição confortável.
Que permita ao corpo.
Rochado.
E descansar completamente.
Aqui.
Não há nada para fazer.
Nenhum lugar onde chegar.
E dá permissão ao corpo para lentamente.
Começaram a entregar o seu peso à Terra.
Sente os pontos de contacto com a superfície em que estás.
O peso dos calcanhares.
Das pernas.
Das ancas.
O peso das costas.
Dos braços.
E permite que a Terra te sustente.
Por completo.
E deixas aqui que a respiração se desenrole naturalmente.
Sem esforço.
E com cada expiração.
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Arreparando-se o corpo.
Amolece um pouco mais.
E talvez note que a energia da Lua cheia.
Se move dentro de ti.
Pensamentos.
Emoções.
Sensações.
Como maréias internas.
E não precisas afastar nada.
Apenas observa o seu movimento.
Pode ser que tudo se esteja a mover.
Que os pensamentos corram.
Mas tu permites-te.
É verdade.
Observar.
Convido-te agora.
Vamos ver a consciência pelo corpo.
Sem esforço,
Sem.
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Precisar visualizar com intensidade.
Bem nos sentindo.
Deixando a atenção do cheiro.
Lentamente.
Pelo corpo.
Podes imaginar?
Aqui é o luz da lua.
Aparece em cada um dos pontos que vou nomear.
Convida a tua consciência.
Repousar.
Na topo da cabeça.
Podes imaginar essa luz.
Da lua no topo da cabeça.
E ela espalha-se a todo o teu corpo,
Abludo.
A testa.
Sobrancelhas.
Ao espaço entre as sobrancelhas.
Olhos.
Palpebras.
Témporas.
O xixis.
Maxilar.
A língua repousar suavemente dentro da boca.
A garganta.
O pescoço.
As clavículas.
Ombro direito.
O topo do braço direito.
O cotovelo.
Entrasse.
Pulsos.
Palma da mão.
O lugar.
Indicador.
E do Maio.
Enlade.
Bem digno.
Toda a mão direita.
E agora o ombro esquerdo.
Parte de cima do braço.
O cotovelo.
O outro braço.
O pulso.
A palma da mão.
O pulgar esquerdo.
Indicador.
It made you.
ANLAD.
Bem-vindo!
Toda a mão esquerda.
E levas a luz da lua.
Ao centro do peito.
Coração.
À parte superior das costas.
Parte média.
Suna Lombardi Ao vento.
A pelvis.
Anca direita.
Coxa direita.
Joinha de lei.
Parte baixo da perna.
Tornosil.
Calcanhar.
Planta do pé.
Top do pé.
Dedo grande.
Escondido.
Terceiro dedo.
Quarto dedo.
Desmintir.
Todo pé direito.
E agora arranca a esquerda.
Coxa.
O joelho.
Parte baixo da perna.
Tornozelo.
Calcanhar.
Planteio o pé.
Top lp dedo grande.
Segundo dedo,
Terceiro dedo.
Quarto dedo.
DEDMINDING Tudo para a esquerda.
Sente agora ambos os pés ao mesmo tempo.
As pernas,
Ambas as pernas por inteiro.
Outro.
Os braços.
Cabeça.
O corpo inteiro.
Sente todo o teu corpo aqui,
A repousar.
Sente todo o corpo talvez mais pesado.
Então,
Veja mais quieto.
Mais sustentado.
E bem suave mesmo.
Nota.
.
.
Como ele respira.
Nota como a respiração se desenvolve.
Sem alterar nada.
Apenas observando o movimento suave.
Da respiração.
Como ondas que se vão aproximando da praia.
E depois se afastam novamente.
Inspiração.
E a inspiração.
E talvez a inspiração.
Se torno mais longa.
.
.
Mais lenta.
Mais pesada.
Como uma maré.
Que recua.
A luz da lua.
E imagina agora.
Que assimilem.
Se calma.
Imagina as suas águas.
A superfície da água quase imóvel.
E a lua chaia.
Refletir.
Fatida na água,
Prateada.
Suave.
E sentes o ar fresco na tua pele.
Notas o silêncio.
E lentamente.
As nuvens começam a atravessar o céu.
Muito devagar.
E a luz da lua torna-se mais suave.
Mais difusa.
A água continua tranquila.
E tudo abranda.
E das permissão.
Algo que já não precisas carregar.
Para se dissolver nesta água.
Sem esforço.
Ser racionalizada.
Apenas Notas.
Que há algo que naturalmente.
.
.
Se afasta com a maré.
Talvez seja.
.
.
Os pensamentos que se afastam.
Talvez seja.
.
.
Tensão.
Que se faz-te.
Talvez seja.
.
.
Geste de Energia.
Que se afasta.
E o corpo torna-se mais pesado.
Mais quieto.
Mas é poeira.
E agora?
Das permissão.
Para que haja.
.
.
Apenas descanse.
A lua mais suave no céu.
Água imóvel.
A noite silenciosa.
O corpo,
Seguro?
Não há nada aqui a fazer.
Apenas.
Descansar.
Apenas ser.
E talvez o sono surja.
Ou talvez permaneces.
Entre o sono e a vigília.
Qualquer experiência.
É valida.
Porque estás a descansar.
Pode dormir.
Promissão.
Ocorre.
Para se render.
Este descanso.
E podes dar permissão ao corpo.
Mas rende-te.
A este silêncio.