
Técnica Para Lidar Com O Sofrimento
by Willy Mona
Neste vídeo irei trazer algumas reflexões sobre o sofrimento e como acolhê-lo em sua vida para diminuir sua dor desnecessária. Espero que este vídeo possa tocar seu coração. Muita gratidão e nos vemos no próximo vídeo!
Transcrição
Existem muitas formas de a gente lidar com o sofrimento.
Existem inúmeras técnicas,
Inúmeras soluções,
Inúmeros remédios.
E números rituais que nós podemos fazer.
Quando você pesquisa no Google,
Por exemplo,
Como lidar com o sofrimento,
Você vai achar inúmeras,
Inúmeras,
Inúmeras opções para você poder aliviar o seu sofrimento.
Nós podemos tomar remédio.
Nós podemos.
.
.
E tomar um banho no mar.
Podemos passear na natureza.
Nós podemos.
.
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Fazer uma meditação Nós podemos fazer um curso,
Um ritual.
Existem tantas formas de lidar com o sofrimento.
Ou de pelo menos aliviar o sofrimento.
Mas tem algo.
.
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Que.
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Não tenho como escapar.
Só que a maioria de nós tentamos escapar.
Que é o ato de nós irmos em direção ao sofrimento.
De nós nos aproximarmos do sofrimento.
De nós abrimos a porta do nosso coração.
Para o sofrimento.
Isso é algo que a maioria de nós evitamos.
A gente vai tentar.
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Inúmeras Coisas.
Inúmeros caminhos,
Inúmeras soluções.
Antes de irmos para essa.
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.
Última opção.
E é muito curioso porque.
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A gente costuma.
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Adorar emoções boas,
Adorar emoções.
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De bem-estar,
De autoestima,
De fé.
De amor.
Porém quando se trata de emoções que a gente denomina de ruins nós negamos elas,
Nós criamos uma espécie de preconceito contra essas emoções como se existissem emoções que são aceitáveis dentro de nós.
E outras emoções que não são aceitáveis dentro de nós.
E essa?
Esse preconceito que a gente queria dentro de nós,
Essa separação.
Ela faz com que a gente crie essa divisão.
Que cria um conflito interno.
Que nós iremos revisitar Enquanto nós não estivermos acolhendo Essas emoções que nós.
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Denominamos como ruins.
Entenda que.
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Não existe algo que seja ruim ou bom.
As emoções são emoções.
É nós que definimos as coisas como sendo boas ou ruins.
É óbvio que a sensação de paz,
Alegria.
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É algo mais prazeroso de sentir do que uma sensação de tristeza ou de luto?
Mas independente o que a gente tem que entender,
É que as emoções são emoções?
E todas elas podem ser acolhidas por nós.
Ou melhor dizendo,
Todas elas deveriam ser acolhidas por nós.
Porque enquanto nós não estivermos acolhendo as emoções,
Nós estaremos criando divisão.
A gente vai estar criando atrito?
Aquilo que eu não quero sentir,
Eu estou criando.
Eu não quero sentir essa raiva.
O que eu estou fazendo?
Eu estou dizendo essa raiva existe?
E eu estou resistindo a ela e,
Consequentemente,
Aumentando ela.
Eu não quero sentir esse luto.
Eu resisto a ele e estou criando ele através da minha própria resistência.
Então você poderia me perguntar,
Então Willi,
Qual que é a solução?
Então eu vou te passar agora uma prática.
Que é a prática.
Mais simples e direta e que todos nós teremos que fazer em algum momento?
O que é a prática do acolhimento?
É a prática.
Do permitir-se,
Do aceitar.
Estar com essas emoções.
Então agora a gente pode ir pra prática?
Se você quiser ficar de olhos abertos ou fechados,
Como você quiser.
Eu aqui estarei de olhos fechados.
Então a primeira coisa que você pode se perguntar é.
.
.
Onde é que é que essa emoção.
.
.
Que eu denomino como difícil ou como ruim,
Onde é que ela está surgindo?
Onde é que essa emoção ruim está surgindo?
Ela está surgindo em mim.
No que nós podemos chamar de eu.
Eu estou sentindo uma emoção ruim?
Mas eu te pergunto agora,
Se você tem uma emoção boa?
Onde é que essa emoção boa está surgindo?
Ela está surgindo num lugar diferente do que a emoção ruim.
Ela está surgindo no mesmo espaço da emoção.
Investigue isso.
Uma emoção que você chama de paz,
Ela está surgindo num lugar diferente do que uma emoção chamada de paz.
De luto?
Ambos estão aparecendo no mesmo espaço que nós denominamos de eu.
Eu estou feliz.
Eu estou triste.
Qual é a similaridade entre essas duas emoções?
Ambas estão surgindo no mesmo espaço chamado eu.
Quando você para.
De trazer o foco.
Para a emoção em si.
E traz o foco.
Para o próprio espaço onde é que as emoções estão surgindo?
Neste que nós chamamos de eu?
Você para de ficar hipnotizado.
Com a emoção e você passa a trazer a atenção para o espaço aonde a emoção está surgindo ou o espaço que percebe a emoção.
Então.
.
.
Investigando mais a fundo?
A emoção!
Da raiva.
Ou do luto,
Ou da tristeza.
Está surgindo em mim.
Nisso que eu chamo de eu.
Está surgindo num espaço chamado eu.
Está sendo percebido pelo espaço chamado eu.
Eu percebo a emoção difícil.
Eu sinto a emoção difícil.
Eu percebo o sentir da emoção difícil.
E essa emoção difícil surge em mim.
Então tudo está acontecendo.
.
.
No mesmo espaço chamado eu.
Está sendo percebido por este espaço consciência chamado eu.
Então agora investigando mais a fundo.
.
.
Reflita!
Existe algo percebendo a tristeza?
Que nós chamamos de eu.
Eu percebo a tristeza.
Eu percebo o luto.
Eu percebo a dor.
.
.
Traga atenção para este eu que percebe a dor.
Porque você percebe que existe uma certa.
.
.
Separação,
Digamos assim,
Eu.
.
.
Que sou o percebedor,
A testemunha,
Disso que eu chamo de sofrimento,
De sensação difícil,
De sensação sentimento ruim.
Testemunha.
Percebendo a emoção?
E agora?
Investigando mais a fundo.
Traga atenção para essa testemunha que percebe as emoções.
Como que está essa testemunha que percebe o sofrimento.
Perceba que se você está percebendo o sofrimento,
Quer dizer que você não é.
.
.
Só o sofrimento.
Você é algo também anterior ao sofrimento.
Você é aquilo que está um passo antes percebendo o sofrimento?
Da mesma forma.
Que quando você.
.
.
Liga a tela da TV.
Aparece um filme,
Aparece um conteúdo,
Uma série.
E eu te pergunto,
O filme que aparece na tela,
Ela impacta a tela?
Se está pegando fogo ou está acontecendo uma luta,
Uma guerra?
No seriado,
No filme,
Aquilo vai afetar a essência da tela?
Não depois que você desliga.
E a tela não foi corrompida,
Ela continua no seu estado original.
Então.
.
.
Eu te pergunto agora.
Essa consciência testemunha que você é e que você é.
Percebe as emoções difíceis.
Como que ela está neste momento.
Perceba-se como sendo uma testemunha,
Como que ela está nesse momento.
Isso que conhece,
As emoções,
Sejam elas boas ou ruins.
Isso que é o conhecedor.
Como que isso está neste momento?
Quando você tinha 5 anos de idade,
Não existia lá Algo conhecendo?
Aquela experiência da criança de 5 anos de idade.
Quando você tinha 10 anos de idade.
Não tinha algo lá percebendo.
Aquela experiência.
E durante todo o decorrer da sua vida.
Independente da qualidade das emoções,
Ou da quantidade das emoções,
Ou da dificuldade das emoções,
Tinha algo lá percebendo.
Por exemplo,
Na minha vida.
Eu já passei por inúmeras dificuldades,
Inúmeros desafios,
Sejam eles emocionais,
Físicos,
Afetivos.
Emoções de luto,
De tristeza,
De dor física,
De dor mental,
De ansiedade.
Ok,
Mas essa mesma testemunha também percebeu alegria,
Amor,
Êxtase?
Conquistas?
Então é a mesma testemunha percebendo isso que nós poderíamos chamar de filme da vida.
O filme da vida está diante dos meus olhos,
Está acontecendo.
Não é verdade?
E daí eu te pergunto?
Essa é a consciência.
Que percebeu você com 5,
10,
15,
20,
30 anos.
30 anos de idade,
Essa consciência que percebeu todo esse filme da vida.
Essa consciência,
Testemunha,
Consciência,
Ela está de alguma forma manchada?
Por todo esse conteúdo que aconteceu na sua vida,
Por toda essa miríade.
Essa bomba de experiências e emoções.
Sofrimento,
Conquista,
Derrota.
.
.
Por exemplo,
Nesse exato momento.
.
.
Eu estou aqui consciente nesse momento,
Eu estou consciente,
E quando eu olho para a consciência,
Não que eu possa olhar para ela,
Mas quando eu me percebo como sendo consciência,
Onde que está nessa consciência o sofrimento?
Da noite anterior ou da semana anterior.
O sofrimento virou uma memória.
Assim como a alegria da semana passada também se transformou numa memória.
A única coisa que sobrou,
De fato,
É a consciência.
Não importa quais sejam as emoções que nós sentimos.
Sintamos,
Elas se tornarão.
.
.
Memórias em nós.
Não importa o quão maravilhosas elas sejam ou quão horrorosas elas sejam,
Elas vão se tornar memórias.
E é por isso que.
.
.
Na espiritualidade não dual.
Na espiritualidade do caminho direto,
Nós vamos trazer a atenção para essa consciência e não especificamente para as emoções e sentimentos.
Que também são importantes de serem sentidas e acolhidas.
Mas nós vamos trazer atenção para a consciência?
A consciência aonde surge e desaparece todos os conteúdos da nossa vida.
Todas as histórias.
Todas as narrativas,
Todos os apegos,
Os medos,
Está tudo surgindo nisto que nós chamamos de eu.
Eu tenho medo.
Eu tenho raiva.
Eu tenho amor.
Eu sinto.
Alegria,
Eu sinto paz,
Eu sinto ansiedade.
Qual que foi a similaridade entre todas essas emoções,
Essas sensações.
Eu!
Só que é muito interessante porque a gente passa a ter o foco exclusivamente naquilo que surge e nós ignoramos aquilo que percebe o que surge.
É a mesma coisa que você estar olhando um filme.
.
.
E você esquecer que a realidade por trás daquele filme é.
.
.
A tela?
O que é mais real?
Que é a tela ou aquilo que está sendo transmitido na tela.
O filme.
Existiria filme sem tela?
Então essa é a reflexão.
De que Nós podemos encontrar essas emoções difíceis da nossa vida?
Deste lugar de consciência?
Não importa o quão difícil seja,
Nós podemos encontrar nesse lugar,
Neste campo.
Essa presença de consciência.
Então,
Quando você estiver tendo um momento.
.
.
Difícil o momento de sofrimento,
De ansiedade,
De medo.
Você pode fazer essa investigação?
O que é que está percebendo?
Essas emoções.
O que é que está testemunhando?
Eu,
Eu estou testemunhando.
Deixa,
Então,
Eu trazer atenção para este eu.
Daí no momento que você se percebe como sendo este espaço de consciência,
Fica a próxima exploração.
Como seria permitir que essa emoção difícil da raiva,
Do medo,
Seja sentida e testemunhada nesse campo de consciência sem nenhuma resistência.
Simplesmente está surgindo aqui,
Está existindo aqui,
E eu não ofereço resistências.
Está apenas acontecendo aqui Então,
Vamos fazer essa experiência agora.
Essa exploração.
Qual a emoção que está aí?
No campo.
Da sua experiência.
Talvez seja o medo.
Uma ansiedade ou uma paz.
Como seria você se perceber como sendo o eu,
O espaço?
Aonde essas emoções estão surgindo.
E agora?
Simplesmente.
.
.
Essas emoções.
.
.
Que você está sentindo,
Deixe elas existirem ali.
Não diga não a elas.
Não ofereça resistência.
Não fuja.
Não vá para frente nem para trás.
Apenas.
.
.
Diga se você quiser de voz alta ou com a sua própria.
Dentro de você.
Eu permito que você exista aqui.
Eu não tenho medo de você.
Eu não resisto a você.
Você é totalmente.
Bem-vindo!
Você pode existir em mim pelo tempo que você quiser.
Eu vou parar de lutar contra você.
Eu vou parar de negar você.
Você pode existir aqui E aí,
Deixa!
Talvez essa emoção vai ficar ali alguns minutos,
Algumas horas,
Até mesmo alguns dias.
Mas continue nesse espaço de aceitação.
Não entre no espaço de negação ou de resistência.
Só esteja aqui e permita que exista.
E ao mesmo tempo,
Algo maravilhoso que você faz é Bom!
Existe aqui uma tristeza.
Isso que está percebendo a tristeza,
Está triste?
Isso que está percebendo a tristeza está triste.
Tenha algo.
.
.
Porque perceba bem,
Se você percebe a tristeza.
.
.
Quer dizer que tem alguém percebendo a tristeza?
E daí você se pergunta,
Você investiga,
Você explora.
Isso que está percebendo na tristeza está triste?
Ou é apenas um campo?
Sem definições.
Sem emoções,
Percebendo a emoção difícil.
Você vai perceber que sim,
Existe um campo.
Que percebe a emoção difícil.
A emoção que eu digo não gostar.
Percebendo essa emoção difícil.
Então são dois movimentos ou três vamos ver quantos movimentos o primeiro é perceba onde a emoção difícil está aparecendo,
Ela está aparecendo em mim,
Em eu,
Eu consciência.
Ok,
Primeiro passo,
Eu com ciência estou percebendo a emoção difícil.
Segundo passo.
.
.
Eu acolho,
Eu permito que essa emoção viva em mim,
Que ela exista.
Ela pode estar aqui o tempo que ela quiser e eu não ofereço resistência.
Terceira etapa.
Isso que está permitindo que a emoção difícil exista.
Que é onde a emoção difícil existe,
Surge e desaparece.
E esse espaço que é o que percebe.
A emoção difícil,
Isso está em paz?
Está imaculada?
Está pura?
Ou ela está alterada?
Vamos chamar de alterada.
A tristeza altera o campo da consciência?
Ou o campo da consciência continua inalterada,
Independente do conteúdo?
Por exemplo,
Eu posso estar aqui.
.
.
E pode surgir em mim uma grande alegria.
Ou uma grande tristeza,
Mas a consciência que percebe ambas essas emoções está inalterada.
A tristeza vem,
E ela vai,
E a alegria vem,
E ela vai,
E eu continuo aqui.
Eu sou o fator semelhante nas duas experiências.
Eu não vou.
.
.
E nem venho.
Eu não vou com a tristeza,
Eu não vou embora quando ela vai embora.
E eu não vou embora quando a alegria vai embora.
Eu permaneço.
Consciente.
Eu permaneço presente.
Eu permaneço em mim mesmo.
E conhecendo isso e sabendo disso,
Eu fico ancorado no agora.
Na presença que vive no agora.
A consciência que vive no agora.
E deste lugar,
As emoções podem.
.
.
Vir.
Elas podem existir em mim e elas podem.
.
.
Ir embora a hora que elas quiserem.
Eu não ofereço apego.
E nem resistência.
Eu não tenho apego pela alegria.
Pelo êxtase?
Pelas emoções que eu denomino como boas,
Eu não tenho apego a elas.
E também não ofereço resistência àquilo que eu chamo de emoções ruins.
Permaneço sem preferências.
Existe aquela grande.
.
.
Do discurso chinês.
Que uma das frases desse discurso é O caminho não é difícil para aquele que não tem preferências.
Então,
Se você não tem preferências.
.
.
O caminho não vai ser difícil para você.
O caminho se torna difícil quando eu tenho resistências.
Aquilo que surge.
E aquilo que desaparece.
Eu não quero sentir essas coisas e eu quero sentir aquelas.
Uma é apego.
E a outra é resistência,
Medo.
Aversão,
Apego e aversão,
Apego e aversão,
Esses são os dois movimentos primordiais do ego.
Eu não quero e eu quero.
Eu seguro e eu afasto.
Mas a consciência,
Ela permanece intacta?
E ela não tem?
Essa.
.
.
Essas preferências.
A consciência,
Ela é livre.
Ela permite que a humanidade aqui exista em sua.
.
.
Entendes?
E a sua humanidade.
.
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Ela vai existir?
Com toda.
.
.
Com toda a brincadeira humana possível.
A sua humanidade,
Ela vai passar por todas as experiências que ela tem que passar e não tem como fugir e nem evitar.
E nem precisa e nem é recomendado.
Então,
Aqui está essa prática que você pode aprender,
Você pode fazer quantas vezes você quiser.
E se você quiser relembrar dela.
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Assista de novo.
Esse vídeo pra você poder.
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Pegar essa prática para você poder praticá-la no seu dia a dia.
Eu tenho certeza que essa prática vai trazer bastante libertação para você.
Não vai fazer com que você não tenha mais.
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Momentos difíceis ou sentimentos difíceis mas vai fazer com que eles não fiquem presos em você para sempre.
Ou por muitos anos,
Por décadas.
Porque você não está mais oferecendo resistência,
Aversão e apego.
Você está apenas permitindo,
De coração aberto,
Para que a humanidade surja e desapareça.
Surja e desapareça.
Surja e desapareça em mim.
Em mim,
Consciência.
Em mim,
Espírito.
Pura consciência,
A humanidade surge e desaparece em mim.
Consciência.
Se você gostou.
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Muita gratidão e nos vemos em breve.
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