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Scan Corporal Compassivo

by Cíntia Thurler

Tipo
Atividade
Meditação
Indicado para
Todos
Plays
4

Esta prática tem a intenção de entrar em contato com o nosso corpo abrindo espaço e acolhendo a nossa experiência de vida neste momento. Trata-se de um momento para se relacionar com quem somos, do jeito que somos, de uma forma gentil, compassiva. Uma prática de mindfulness com tom de relaxamento, que cria a possibilidade de habitar toda a nossa estrutura de uma forma simples.

Transcrição

Eu quero te dar as boas-vindas a esse momento,

A essa prática que tem a intenção não apenas de entrar em contato com o nosso corpo,

Mas também de abrir espaço e acolher a nossa experiência de vida nesse momento.

Como se a gente se permitisse se relacionar com quem é,

Do jeito que é,

De forma compassiva.

Para isso,

O conforto é importante nesse momento.

Por isso,

Se for possível,

Estar deitada,

Estar deitado,

Ou talvez buscar uma almofada,

Algo que te permita ter um tom de relaxamento,

Pode ser interessante.

Enquanto a gente vai se acomodando e se ajustando no lugar que a gente escolheu estar para praticar,

A gente vai percebendo que não tem certo e nem errado nesse momento.

Como se a gente fosse,

Ao respirar,

Estabelecendo a intenção de apenas sentir,

De apenas perceber e notar o que se passa.

Se permitindo também a se ajustar ao longo da prática,

Se cuidar ao longo da prática,

Ou até mesmo parar de praticar se sentir que é muito desafiador.

Só você pode saber como é o seu agora.

Então,

O que quer que você escolha,

Vai fazer parte desse momento.

Então,

Com uma respiração consciente,

A gente começa essa prática de mindfulness,

Apenas marcando o início dessa investigação gentil.

Respirando,

A gente traz a atenção para o topo da nossa cabeça.

Nota o que sente.

Inspira,

Abrindo espaço e expira,

Relaxando o topo da nossa cabeça.

Respirando,

A gente vai baixando a nossa atenção para a testa,

Para a face,

Relaxando o olhar,

Vendo se é possível fechar os olhos,

Suavizar a maxilar,

A bochecha,

O couro cabeludo,

Num corpo que respira cada vez mais suavemente.

A gente sente as orelhas,

E sentindo toda a cabeça,

A gente inspira de uma forma mais ampla e expira,

Suavizando a cabeça.

Respirando,

A gente sente o nosso pescoço,

A partir da base da cabeça,

Percebendo essa estrutura,

O ar que passa por ela,

Talvez a pulsação,

O que mais é possível sentir no pescoço.

Notando o nosso pescoço,

A gente inspira,

Abrindo espaço e expira,

Suavizando possíveis tensões.

Respirando,

A gente traz a atenção para os ombros,

Inspira,

Abrindo espaço e expira,

Relaxando os ombros.

Nota que pode existir a vontade de mover um pouquinho,

Para ajudar esse relaxamento.

E está tudo bem atender,

Está tudo bem se movimentar,

Respirando nós sentimos os braços e as mãos,

A gente inspira e expira,

Suavizando os braços e as mãos.

Respirando,

A gente traz a nossa atenção para a parte superior do nosso tronco,

Nosso peito,

As costas,

Reconhecendo tudo o que faz parte dessa região.

Sentindo o movimento do peito subindo e descendo,

As costelas,

Os pulmões,

O coração,

O que mais é possível sentir.

Inspirando mais profundamente,

A gente vai abrindo espaço e expirando,

A gente vai relaxando essa zona,

Dentro do possível,

Não tem certo nem errado e a gente também nem quer conseguir relaxar,

A gente só quer se abrir para a possibilidade de relaxamento em determinados pontos do corpo,

Com gentileza,

Não conseguir relaxar faz parte da prática,

Está tudo bem.

Respirando,

A gente leva a nossa atenção até a parte inferior do tronco,

O nosso abdômen,

A base da coluna e talvez a gente até possa sentir a coluna por inteiro e abrir espaço entre as vértebras.

Nós sentimos tudo o que se passa,

Um movimento constante nessa zona,

Respirando a gente sente se há movimento ou não e com uma respiração mais profunda,

Inspirando a gente vai abrindo espaço e expirando,

A gente vai relaxando essa zona.

Respirando,

A gente leva a atenção até os quadris,

Até o quadril,

Sentindo talvez a base da coluna,

Encaixando nessa estrutura,

Se permite um suave movimento para notar o encaixe das pernas,

Notando o assoalho pélvico,

Essa região que é tão importante para a sustentação do corpo também.

Com uma inspiração mais profunda,

A gente abre espaço para tudo o que essa zona representa,

Para tudo o que o quadril é nesse momento e expirando,

A gente relaxa o quadril,

Relaxa as nádegas,

Vê se é possível.

Respirando,

Nós sentimos as nossas pernas por inteiro,

Desde as coxas até o tornozelo,

Passando pelos joelhos.

Enquanto eu sinto as minhas pernas,

Eu noto pensamentos a respeito dela,

Os passos que eu dei,

Os lugares que ela me leva e a gente aproveita para notar que os pensamentos também fazem parte dessa estrutura e trazer de volta a atenção para o corpo,

Para as sensações físicas.

Inspirando,

A gente abre espaço para as sensações nas nossas pernas,

Expirando,

A gente relaxa o máximo possível dessas estruturas,

Notando que se houver desconforto em qualquer lugar,

A gente pode se ajustar e a gente respira o quanto for possível,

O quanto for preciso para abrir espaço para esse desconforto se acomodar também.

Tudo que faz parte nesse momento,

Importa e recebe a nossa atenção,

A gente não precisa pensar sobre isso,

Apenas sentir e abrir espaço.

Respirando,

Nós levamos a atenção para os pés,

Sentindo essas estruturas,

Notando talvez uma vontade de mexer,

Será que a temperatura de um pé é igual a do outro?

Nota,

A gente pode só coletar informações,

Se interessar pelos nossos pés.

Enquanto eu faço isso,

Eu sinto uma vontade de massagear,

Mas isso também é um pensamento nesse momento e quem sabe se torna uma intenção para depois.

Inspirando mais profundamente,

A gente abre espaço para os nossos pés,

Como se eles também ganhassem amplitude com essa inspiração,

Expirando,

A gente suaviza e relaxa os pés.

Por alguns momentos,

A gente se permite respirar com naturalidade e sentir toda essa estrutura,

Todo nosso corpo,

Todos os contornos da nossa pele,

Todos os músculos,

Todos os órgãos e tudo que essa estrutura acolhe,

Tudo que ela representa,

Tudo que ela é.

Por alguns momentos,

Só respirar naturalmente,

Permitindo só ser,

É suficiente.

Respirando,

A gente vai para a parte final da nossa prática,

Notando cada parte e a respiração,

Nós vamos acolher tudo o que é,

Tudo o que faz parte da nossa estrutura nesse momento.

Assim,

A gente respira com a atenção nos pés,

Inspira e expira acolhendo os nossos pés.

Respirando,

A gente sente as nossas pernas,

Inspira e expira acolhendo as nossas pernas,

Como se a gente fosse se vestindo da própria pele de uma forma bem confortável,

Como se a gente se desse as boas-vindas,

Desse as boas-vindas a cada parte do nosso corpo.

Respirando,

A gente sente o quadril,

Toda essa zona que ele representa,

A gente inspira e expira acolhendo.

Inspirando,

Nós sentimos a parte inferior do tronco e também a parte superior do tronco,

Toda essa zona vital,

A gente inspira de uma forma bem ampla e expira acolhendo todo o nosso tronco.

Respirando,

Nós sentimos os ombros,

Os braços e as mãos,

A gente inspira mais profundamente e expira acolhendo cada pedacinho dos ombros,

Dos braços e das mãos.

Respirando,

A nossa atenção vai até o pescoço,

A gente inspira acolhendo,

Abrindo espaço e expira sentindo o pescoço.

Respirando,

A gente vai subindo a nossa atenção pela base do pescoço até a nuca,

Deixando bem evidente a sensação da nuca,

Do couro cabeludo,

Como se a nossa atenção fosse preenchendo toda a nossa cabeça,

O queixo,

A boca,

A língua,

A garganta,

O nariz,

As pernas,

As pálpebras,

Os olhos,

A testa,

Até o topo da nossa cabeça.

A gente inspira bem profundamente,

Abrindo espaço para acolher e expira acolhendo a nossa cabeça como um todo.

E tal como nós fizemos na primeira parte,

A gente se permite sentir todo o corpo,

Toda a nossa estrutura,

Incluindo tudo o que se passa dentro dela,

Não só os movimentos,

Como também as emoções,

As dores,

Os pensamentos,

Cada pedacinho de quem a gente é nesse momento,

Do jeito que se apresenta para a gente.

A gente respira profundamente e solta essa respiração se acolhendo.

Mais uma vez,

A gente inspira bem profundamente e expira se acolhendo,

Talvez vendo se é possível suavizar o corpo,

As tensões que já voltaram e está tudo bem.

Mais uma vez,

Para terminar,

A gente inspira bem profundamente e expira acolhendo o nosso corpo,

Se permitindo sentir,

Bem vindo como um todo a esse momento,

A esse aqui e agora.

Respirando,

Vai trazendo movimentos aos poucos ou se fizer sentido para você,

Escolha ficar mais um pouquinho habitando esse lugar em silêncio enquanto eu vou finalizando essa prática,

Escolhe o que faz sentido para você.

Eu vou trazendo movimentos para o meu corpo,

Despertando a minha atenção aos poucos e me permito movimentos de autocuidado,

Me permito efetivamente me acolher e me abraçar fisicamente,

Me sentir no meu abraço,

Você pode experimentar.

Enquanto eu me abraço,

Eu sinto meu corpo balançando um pouquinho de um lado para o outro,

Como se eu me desse aquele colo que eu preciso nesse momento e vou sentindo que está tudo aqui,

Tudo funcional,

Meu corpo está vivo e eu me permito me acolher nesse momento.

Vai percebendo como essa prática chegou até você,

Reconhecendo também que cada momento é um único e a gente só quer experimentar,

Se abrir para diferentes possibilidades.

Eu vou ficando por aqui,

Quero te agradecer por esse momento e até a próxima.

© 2026 Cíntia Thurler. All rights reserved. All copyright in this work remains with the original creator. No part of this material may be reproduced, distributed, or transmitted in any form or by any means, without the prior written permission of the copyright owner.

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