18:20

Yoga Nidra Para Nutrir O Ventre - Energia Criativa

by Mariana Silva

Rated
5
Type
guided
Activity
Meditation
Suitable for
Everyone
Plays
22

Prática guiada de relaxamento profundo e regeneração, com recurso à técnica Yoganidra. Esta técnica tem uma forte componente terapêutica e de autoconhecimento. Especial foco no ventre, observação e nutrição. Conexão com a energia criativa. Música original.

Yoga NidraRelaxationBody ScanBreath AwarenessGuided VisualizationSensory AwarenessSelf AcceptanceCreativityShavasanaDeep RelaxationFetal Position

Transcript

Prepara o teu tapete e suportes para a prática de Yoga Nidra.

Deita-te no chão em Shavasana,

O corpo longo,

Costas deitadas no chão,

Os pés ligeiramente afastados e usa um suporte por baixo dos teus joelhos para que eles fiquem ligeiramente fletidos.

Os braços ficam longos ao longo do corpo e as palmas das mãos viradas para cima.

E podes usar uma manta para cobrir-se o teu corpo,

Mas sem prenderes nenhuma parte do teu corpo,

Deixando as mãos soltas e os pés soltos.

E vais agora subir ligeiramente a bacia,

Puxar a pele das nádegas na direção dos pés,

Depois voltas a pousar gentilmente a tua bacia.

Traz agora o queixo na direção do teu peito,

Levantando ligeiramente a cabeça e pousando a nuca com cuidado novamente no chão,

Alongando assim a tua espinha cervical e permitindo o maior contato entre a parte de trás do teu corpo e o chão.

Faz uma inspiração e a expiração profundas e encosta as tuas pálpebras.

Descontrai a mandíbula e o rosto,

Ajeita a tua roupa,

Faz estes últimos ajustes para que possas ficar confortavelmente e em quietude durante toda a prática de Yoga Nidra.

Observa o teu corpo no chão,

Sem lutares contra a sensação de deixar ir o corpo em direção ao tapete,

Mas permitindo-te o tempo que for necessário para que o corpo fique totalmente relaxado.

O corpo sabe quando está preparado para que o asana ou a prática se instale.

O corpo sabe quando a respiração flui livremente,

É seguro relaxar.

Entrega-te.

Neste momento não precisas estar em modo de fuga ou proteção,

Não existe neste momento nada que precises ou que deves fazer a não ser escutar a minha voz.

E lembra-te que és livre para adaptar as indicações que escutares,

Para guardares apenas o que te faz sentido,

Livre para libertares o que não te serve ou não te faz sentido.

E liberta-te também as expectativas do que é suposto esta prática ser,

Ou do que é suposto sentires,

Simplesmente permanece com o que é.

Observa o teu corpo deitado no chão,

Sente o teu corpo deitado no chão e toma consciência de todas as partes do teu corpo que estão em contacto com o tapete ou suportes.

Observa todos estes pontos de contacto e as sensações que este contacto,

Este suporte te traz.

Sentindo e observando os calcanhares pousados no tapete e a sensação ao longo dos pés.

Sentindo e observando a parte de trás dos teus joelhos gentilmente pousados sobre teu suporte e a sensação ao longo das pernas.

Sentindo e observando a base do corpo,

Bacia,

Todo o saco repousado sobre o tapete e a sensação do espaço pélvico,

O espaço do teu ventre.

Sentindo e observando toda a área das tuas costas em contacto com o chão,

As vértebras pousadas,

A ondulação súbtil da respiração que é possível sentir contra o tapete.

A linha de contacto entre as tuas costas e o tapete.

Sentindo e observando as omoplatas,

Ombros e braços em contacto com o chão.

Sentindo e observando as omoplatas,

Ombros e braços em contacto com o chão.

Sentindo que a cada novo ciclo de respiração e conforme vais permitindo que o relaxamento se instale,

Os teus ombros e braços descaem cada vez mais na direção do tapete.

Expandindo o espaço na parte alta do teu peito.

Sentindo e observando a tua nuca pousada sobre o chão,

Sem qualquer tensão,

Completamente relaxada.

Expandindo esta sensação de relaxamento para toda a face,

Suavizando a zona da mandíbula,

Pele do rosto e pálpebras encostadas sem esforço.

E traz novamente a atenção à base da tua espinha,

A zona do cóccix e sacro.

E inspira a partir deste ponto,

Expandindo toda a zona da pélvis.

E na expiração,

Liberta,

Deixa ir toda a tensão que possa ainda existir na bacia,

Anca,

Glúteos.

Agora,

Inspira desde a base da espinha,

Expandindo a barriga.

E na expiração,

Liberta toda a tensão existente na zona da barriga,

Lombar e em torno do umbigo.

Inspira mais uma vez,

Desde a base da espinha até o teu peito.

E na expiração,

Liberta toda a tensão em volta do peito,

Dos ombros e da parte superior das costas.

Inspira desde a base da espinha até a tua garganta.

E expira,

Soltando e amaciando o teu pescoço maxilar.

Mandíbula.

Inspira desde a base do corpo até o espaço entre as sobrancelhas.

E aproveita a expiração para suavizar-te a pele da testa,

A cor do glúteo e a nuca.

Inspira desde a base do corpo até o topo da cabeça e além desta,

Imaginando um prolongamento de ti próprio,

De ti próprio.

E na expiração,

Percorre todo o caminho inverso até chegares novamente até a base da tua espinha.

E fica um pouco neste espaço,

A base,

A tua bacia,

O teu baixo ventre,

Cementeira e espaço criativo.

O que observas aqui?

Inspira e expira profundamente,

Trazendo consciência ao teu ventre.

Permite-te o tempo que for necessário para que te sintas calma,

Calmo.

Calma,

Calmo.

Para que te sintas segura,

Seguro neste espaço.

Respeita o teu tempo,

Honrando e agradecendo a tua criatividade e a tua expressão.

Cuidando e nutrindo este espaço a cada nova inspiração e a inspiração,

Ficando aqui até escutares novamente a minha voz.

Lentamente,

Respeitando o teu tempo e o teu ritmo,

Vais preparar-te para regressar gradualmente da prática de Yoga Nidra.

Toma consciência do espaço onde estás e do que está à tua volta,

Do suporte do teu tapete,

Sentindo a totalidade do teu corpo aqui deitado no tapete,

A sensação física do corpo deitado no chão.

E,

Gentilmente,

Vai tomando posse dos sentidos.

Toma consciência dos sons externos,

Começando por observar os sons mais distantes do lado de fora.

E agora,

Aos poucos,

Vais aproximando o teu foco sonoro para os sons mais perto de ti,

Até chegares aos sons que existem no espaço físico em que te encontras,

Observando e sentindo também os teus sons internos,

Os sons do teu corpo.

Sentindo também os cheiros que chegam até ti,

Sem tentares identificar estes cheiros,

Desapegando-te da origem destes cheiros,

Movimentando a língua dentro da boca,

Sentindo o sabor e a textura da tua própria boca.

Relacionando-te agora com a luminosidade que consegues percepcionar através das tuas pálpebras,

Mas sem abrires ainda os teus olhos,

Estás a sair gradualmente e gentilmente da prática de Yoga Nidra.

Mobilizando agora os dedos das mãos devagar,

Sentindo a pele dos teus dedos e mãos.

Coloca agora atenção no espaço em que te encontras e sente o peso do teu corpo,

Deitado no chão,

Nesse espaço.

Observa a tua respiração e toma consciência de todo o teu corpo.

Observa os membros,

Desde o sítio onde sentes que se ligam ao tronco até às extremidades,

E quando chegares às extremidades,

Move suavemente o teu corpo de forma livre,

Espreguiça-te como se estivesse a regressar do sono mais profundo e reparador.

E boceja,

Solta o bocejo,

E depois roda para um dos lados,

Aproximando os joelhos da testa,

Colocando um braço debaixo da cabeça,

Retornando à posição fetal.

Para que após esta prática possas voltar a nascer,

Levando contigo tudo o que te fez sentido,

Tudo o que a prática te trouxe e que tens espaço para colher,

Deixando cair tudo o que não precisas ou não te fez sentido.

Recordando que podes também não levar nada nem deixar nada.

É válido.

A prática é tua.

E quando te sentires preparada ou preparado,

Usando as tuas mãos contra o chão,

Volta a sentar-te com cuidado,

Unindo as mãos em frente ao peito,

Observando a sensação que fica.

Terminando assim a nossa prática de Yoga Nidra de hoje,

Obrigada pela tua entrega.

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Mariana SilvaPortugal

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