Atenção plena na respiração.
Comece por se sentar numa posição confortável,
Com os pés banhacentos no chão,
As costas direitas e as mãos em cima das suas pernas,
Focando-se num ponto fixo ou fechando os olhos.
Traga a sua consciência para a respiração,
Notando a sensação de inspirar profundamente pelo nariz e expirar todo o ar pela boca.
Nota a sensação dos pulmões a encher e a esvaziar,
Como se fosse um balão,
E o movimento do abdômen a subir e a descer.
Sinta a paz e permita que esta se expanda para o resto do seu corpo.
Nota os ombros a descaírem e deixe emergir quaisquer sensações corporais,
Sentimentos ou pensamentos,
Reconhecendo a sua presença sem a necessidade de os alterar.
Reconheça a sua passagem pela mente e permita que eles simplesmente sejam.
Deixe-os entrar e sair quando quiserem,
Mantendo-se focada na respiração.
É normal que a sua mente divague e se distraia com pensamentos.
É o funcionamento da nossa mente.
Acontece a toda a gente.
Note de cada vez que isso acontecer,
Observe o que a distraiu e traga novamente a consciência para a respiração,
Para o momento presente.
Não importa quantas vezes se distrair,
O importante é que seja capaz de identificar sempre que isso acontecer,
Focando-se novamente na respiração.
Faça mais algumas respirações profundas e agora,
Tente ampliar a sua atenção para o resto do corpo,
Tendo este como um todo.
Expanda a sua consciência e note simultaneamente a respiração e o próprio corpo.
Nota a sua postura,
A forma como está sentada.
Mexa-se suavemente na sua cadeira e,
Quando se sentir pronta,
Abra os olhos e traga a sua atenção de volta para o mundo externo.
Note o que está à sua volta,
Utilizando todos os sentidos.
O que vê,
Ouve,
Cheira,
Toca e sente.
Esta é uma técnica de mindfulness que ajuda as pessoas a focarem-se no momento presente,
Abstraindo-se dos seus pensamentos ou sentimentos.
A técnica continuada no tempo tem efeitos muito benéficos e permite que estejamos mais conscientes da nossa experiência.
Este exercício também reforça a noção de escolhas,
Ou seja,
Embora sentir ansiedade e medo não sejam uma escolha,
A forma como respondemos a eles é uma escolha.
Podemos escolher observar e reconhecer a ansiedade pelo que ela é,
Ou reagir a ela,
Em uma forma que limita as nossas vidas.