Olá,
Bem-vindo,
Bem-vinda a esta prática de meditação para te conectares com o teu corpo.
A minha sugestão é que te sentes no chão ou no teu tapete de yoga,
Mas se isto for desconfortável podes fazer a prática sentada ou sentada numa cadeira com os pés bem assentes no chão ou em um tapete,
Podes por exemplo usar livros ou blocos de yoga até sentir que os teus pés estão bem suportados.
Ao sentares no chão coloca as tuas pernas de uma forma que seja confortável e gentil para o teu corpo neste momento e podes sempre elevar um pouco a tua bacia sentando um bloco ou qualquer outro suporte.
Deixa os teus braços relaxados,
Os ombros para trás e para baixo,
As mãos descontraídas sobre os joelhos ou coxas e vais fazer agora uma inspiração profunda e ao expirar solta o ar pela boca.
Mais uma vez,
Libertando tensão e uma última vez criando ainda mais espaço ao longo do teu tronco e ao expirar vais fechar os teus olhos,
Permitindo uma maior conexão com o teu corpo e com as sensações presentes no teu corpo neste momento.
Como é que te sentes?
Como é que é estar neste corpo neste momento?
Observa a forma como estás sentado,
Sentada e permite-te algum ajuste necessário para manteres o teu conforto neste momento de que é tudo.
Sente os isquios,
Os ossinhos de sentar em contacto com o chão ou suportes,
Perceba a posição da tua bacia e o espaço que existe aqui.
Observa a sensação das pernas e pés,
Permitindo que os membros inferiores relaxem cada vez mais na direção do chão,
Criando mais espaço nas virilhas e ao mesmo tempo que vais alongando a tua espinha,
Vértebra por vértebra,
Levando o topo da cabeça cada vez mais na direção do teto,
Mas sem forçar.
Observa os teus ombros e braços e garante que eles se mantenham descontraídos na direção do chão,
Mas sem perderes o espaço do teu tronco,
O espaço entre cada uma das vértebras.
Observa a respiração a acontecer na parte da frente do tronco,
Barriga,
Peito.
E trazendo agora a tua atenção às costas,
Observa a respiração e o espaço que ela ocupa nas tuas costas.
Percebe-se que consegues sentir este movimento de ondulação,
Da inspiração e a expiração.
Sinta o teu pescoço,
Observa o rosto,
Cabeça e nuca,
Mantendo a tua mandíbula descontraída,
Garante que não estás a serrar os teus dentes,
Que existe espaço entre os dentes de cima e os dentes de baixo.
A pele do rosto descontraída,
As pálpebras encostadas sem esforço.
Como é estar neste corpo,
Neste momento?
Como é que te sentes?
A próxima vez que sentires a tua inspiração a acontecer naturalmente,
Vais unir as mãos em frente ao peito,
Tocando palma da mão com palma da mão e encostando os polgares no centro do teu peito,
Mantendo esta conexão contigo próprio,
Contigo própria,
Ao longo do teu dia.
E terminamos assim a nossa prática.
Obrigada pela tua entrega.